quarta-feira, 18 de julho de 2012

XXXVI - "sem você, não sei nem chorar."


     Sem mais, em resgate a alma carente de minha amada, eis o poema que se expressa.


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~ Ao Eu que se importa ~


Quando vejo em ti carência
Esqueço de minha ciência
E corro pra te abraçar

Ignoro tudo a minha volta
E meu peito um suspiro solta
Quando passa a te embalar

E que seja pra ti um abrigo
Os traços do meu sorriso
Ao te ver em fim chegar

E minha cama, um dossel
Embebido no puro mel
Do doce sabor de te Amar



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     E eu sigo te Amando cada vez mais, cada vez melhor, cada vez mais intensamente. Já não sei mais o que seria da minha vida sem você. Sua presença é tão constante que passou a ser uma pedra de apoio pra mim. Você é a medida da minha melhora, e em razão da sua presença eu venci vários dos demônios que me atormentavam. Lembre-se, se você me disser, eu mudo, se você quiser, eu faço. Eu confio em você, até mesmo para mostrar meu lado mais sinistro.

Te Amo.
Muito. PORRA!


^^

quinta-feira, 12 de julho de 2012

XXXV - "Que importa é o que te faz abrir os olhos de manhã"


     Sei que tenho andado um tanto quanto relapso nas postagens aqui no blog, mas ultimamente tenho tido pouco tempo mesmo. Pra ser sincero, quase nenhum. Quando chego em casa do trabalho fico tão envolvido nos meus afazeres que acabo por me distrair. Tal distração é grande ao ponto de não ter escrito nenhum poema nos últimos dias. Sei que não é normal da minha pessoa "não escrever poesia", mas estou um tanto quanto afogado em uma rotina pesada de leitura e estudo, que felizmente se estende a muitas outras coisas além do Direito.
     Tenho continuado com minhas práticas ascéticas que incluem praticamente um controle da respiração por um período sempre superior a uma hora do meu estado de vigília, embora em intervalos intercalados e quebrados, nunca perfazendo uma hora sequencial de exercício, além da pratica diária do Asana, que tem me ajudado muito a manter o controle frente aos estresses contínuos do dia-a-dia, agora em uma média de imobilidade de 12 minutos diários.
     Não tenho mais nenhuma pretensão especial com tais exercícios, e os faço totalmente livre da ânsia de resultado. Se ao final de um tempo conseguir manter minha respiração controlada durante todo o meu estado de vigília vai ser um bom passo, mas não vejo isso em um horizonte próximo.

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~ O CHAPÉU ~
(ou: Maldição a Freqüência Forasteira)

Saia do meu chapéu
Ideia mal pensada
Pois no breu de minha cartola
Tu se manténs alimentada

Dentro desse buraco
Existe apenas o escuro
Mas para um pensamento
Qualquer vazio é seguro

Saia logo daí
Não vestirei a cabeça!
Que dessa má ideia
Minha cabeça se esqueça

Saia do meu chapéu
A frequência forasteira
O que me deixa preocupado
É que no escuro faça uma besteira

Saia agora mesmo!
Se possível por onde entrou
Ai dentro só cabem as idéias
De alguém que a viver só se habituou.

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    Poema antigo, já publicado antes no Insignare Omega, um blog de minha autoria, bem antigo. Estou trazendo o arquivo dele pra cá, pra por todos os meus poemas em uma única pagina virtual.

    Ao ler esse poema de novo, percebi coisas novas a cerca do mesmo. É engraçado o quanto eu coloco nos meus poemas de forma inconsciente.

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Bjo meu Amor, te Amo.

terça-feira, 19 de junho de 2012

XXXIV - "arrebatador, vem de qualquer lugar..."


     Mudanças drásticas se anunciam no horizonte. Realmente um universo de novas possibilidades abertos em um leque com uma variedade assustadora. Ao mesmo tempo em que se manifesta de forma restritiva, consigo ver o que há pela frente, embora de forma nublada.

     Estou publicando hoje um poema antigo, que já havia sido publicado em outro blog de minha autoria também, mas já faz tanto tempo que dificilmente alguém poderá se lembrar dele, a não ser, claro, as pessoas que estariam diretamente ligados a confecção dele.

     Quero transportar todos os meus poemas pra cá, depois poderei continuar postando as novas calmamente. Tenho escrito pouco, serio mesmo, mas esse hiato tem durado pouco, e não estou em nulidade completa, apenas não tenho escrito um poema por dia como antigamente.

    Confesso que o post anterior não foi o melhor, mas foi o melhor que pude naquela situação. Tenho tido tempo pra atualizar o blog apenas no trabalho e isso não esta me ajudando muito. Aqui não é o melhor lugar pra trabalhar minha criatividade poética.

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~ Motivos ~

Se fosse uma dor alucinante
Um desconforto arrepiante
Que me impedisse de te entender

Talvez me acostumasse
Se essa dor me maltratasse
Se eu sonhasse em te ter

Mas não é mais assim
É um amor de mesmo fim
Que vou ter de compreender

Pois eu nunca poderia
Com esse amor que contraria
Te possuir, te prender

E sem tua presença
Não se tem mais diferença
Acordar ou adormecer

E sem o seu sorriso
Lamuriante fez-se o riso
De um palhaço a entristecer

Pois só nos seus braços saberia
Quando já findou o dia
E me pus a anoitecer

E sem eles já não faz sentido
Falar ou ser ouvido
Se eu sussurro pra outro ser

Pois longe de seus abraços
Fizeram-se tristes os meus laços
Que trancei só pra você

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E, Amor?! Te Amo tá?!

Bjo

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Povo, até a próxima.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

XXXIII - "meu bem querer é segrego..."


     Entre tudo o que tem acontecido, uma coisa emerge do oceano caótico que minha vida se tornou: meu Amor por você. Depois desses meses, e de toda essa convivência, percebo que gosto cada vez mais, e cada vez com mais intensidade. Isso é relativamente raro hoje em dia. Nesse mundo de relacionamentos rápidos e frívolos, do sexo de uma noite só, eu sou um sortudo. Acordar todo dia com o mesmo rosto e perceber a cada dia o quanto ele me faria falta é fantástico.
     Passou o nosso  dia, passou o dia do seu aniversário e entre tanta coisa acontecendo (e nossa, quanta coisa ta acontecendo) quase deixamos as coisas caírem. Um desentendimento ali, outro aqui, mas até isso eu enxergo de forma saudável. Se não tivéssemos tido nenhum atrito até agora, ia começar a achar estranho, principalmente nós dois, pessoas tão diferentes uma da outra.
     Desculpe-me por as vezes te tratar como criança, por te perturbar com assuntos como faculdade, estudo, evolução, meditação, etc. Faço isso por que não posso negar que gostaria de vê-la caminhando do meu lado pra sempre, e não só por enquanto. Você me faz um bem muito grande e é com a mais sincera devoção que eu faço esse post em sua homenagem. Minha Amada.

~ Minha Amada ~

Tudo o que eu já tive e tenho
Tudo o que eu tive e posso ter
Não vale nem a arte final, o desenho
Se o rascunho não for com você

Tudo o que eu penso e considero
Tudo o que eu faço e o que já fiz
Não vale o tempo que espero
Se não for eu, teu aprendiz

E se tudo o que eu Amo
Resumo em ti minha querida
Saiba que não me engano
Quando digo que és minha vida

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Te Amo, pelo dia 12 e pelo 14.

Bjo

quinta-feira, 7 de junho de 2012

XXXII - "Não te opoe ao curso do rio, nem persegue o vento"


1- O caminho só é um caminho se tiver coração. Pergunte-se, questione-se.
2- Não se oponha a correnteza; antes, medita e observa teu curso, para quando entrar na água não se afogar.
3 - Teu corpo pelo aço duro, frio e cortante; tua mente pelo silencio duro, absoluto e constante.
4 - Observa o curso dos astros, não se esqueça do curso dos homens. haha

O que há acima é idêntico ao que há embaixo, os opostos são diferentes em grau, mas iguais em gênero.

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~ Pelo tempo que andei afastado ~

Sei que não tenho lhe escrito
E como tem sido estranho
Saber que não tenho lhe dito
O quanto contigo eu ganho

Meus dias passam depressa
Pra de noite eu poder te ver
E quando o dia se estressa
Por ti me lembro do dever

E se o hiato é muito longo
É um ganho toda essa demora
O tempo, em versos prolongo
Antes de deixar-te ir embora

Sei que não tenho lhe escrito
Mas é por que vivo em mudança
Num momento, a escrita, o grito
Em outro, um verso e uma dança

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Não tenho escrito por que é assim. Tenho momentos de intensa produção poética e outros de hiato. Mas não duram muito. Como eu lhe disse, tenho facilidade em escrever, se eu me "obrigar", sai. Mas na maior parte das vezes eu tenho que canalizar uma intensão. As vezes é interessante usar uma outra intensão canalizada para tratar de um outro assunto totalmente diferente.

Quando tratamos das dualidades perfeitamente, por exemplo, falando da morte em um poema vivido, ou louvado a vida em um poema mórbido, digo que nos tornamos mais interessantes. Esses choques são perfeitos para "cobrir a verdade com o pano de mil outras verdades".

Te Amo

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sexta-feira, 13 de abril de 2012

XXXI - "...só que agora é diferente, tô tão tranquilo e tão contente."



     Ontem percebi o quanto se pode "falar" com a boca sem dizer uma única palavra. Pensei nisso um bom tempo. A intimidade permite aos amantes compreenderem os desejos um do outro com um simples beijo, ou uma boca entreaberta, ou um olhar. É sobre a beleza da simples insinuação que o poema de hoje fala, ou da forma como eu a percebo.

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~ Tua boca ~

O beijo, simples por si só
Nada pode por si fazer
Um beijo jogado no pó
Em nada pode aquecer

O beijo, se bem usado
Nem sempre precisa ser
Um beijo, as vezes, negado
Aumenta em muito o querer

O lábio, que belo instrumento
Na boca pode, sozinho, seduzir
Insinuar-se por um momento
Pra no próximo dar-se a sorrir

O lábio é, de fato, sagaz
Pois nem mesmo precisa falar
Seu toque retira minha paz
Meu peito faz palpitar

E se sua tua boca fica distante
E por teus lábios tenho saudade
Meu peito, por certo, arfante
Chora com facilidade

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Não sei se deu pra traduzir muito bem, mas eu tentei.

Até a próxima pessoal.



segunda-feira, 26 de março de 2012

XXX - "a casa é sua, por que não chega logo?"

[...nem o prego aguenta mais o peso desse relógio]


     Esses dias tem sido muito agradáveis. Tive uma entrevista de emprego hoje, foi divertido. Finalmente consegui juntar os dois exercícios em um só, como diziam as boas/más línguas por ai. Realmente me ajuda bastante a praticar e estudar durante as viagens de trem.
     Tenho levado a vida numa boa, as vezes me assusto com o desenrolar de certas coisas. Não digo que estou passando macio, mas é certo que as vezes nem faço muito esforço. Nesse continuo flerte entre a loucura diária e a diária de trabalho tenho conseguido passar ileso. Agora, segue o trabalho (tomara, várias expectativas), segue (em paz) a faculdade e segue (muito bem, por sinal) o meu Amor...


Que por sinal, só cresce.

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~ Só cresce ~
(ou O Repente do Pedido Inteligente)

Se me fosse permitido
Ah! Se fosse só uma vez
Fazer ao Deus um só pedido
Pedira só mais três

De primeira muita grana
Para não me sufocar
E só beber "caldo-de-"cana
Quando for pra degustar

De segundo vida boa
Para poder desfrutar
Do primeiro que ressoa
Muita grana pra gastar

E no meu terceiro pedido 
Peço apenas numa prece
Pra não ter por esquecido
O amor que por ela cresce


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A quarta desse mês?
To escrevendo em um ritmo mais lento, mas é por causa da quantidade de afazeres. Haha.
Muitos trabalhos simultâneos pra fazer.